Páginas

terça-feira, abril 11, 2017

Fábrica de Pinóquios

Na fábrica de Pinóquios,
Desço a marreta nos pregos,
Sem interferência nas sequências,
Abalo o sistema das caras de madeira,
Trinco o imposto,
Trinco o modelo,
Trinco o padrão,
Ótima hora para a destruição...
Mental, emocional!
Chega de jornal...
Nacional.
Muita panela, pouca unidade.
Mentiras ao ar para distorcer a verdade,
Por isso é sem massagem,
Rasgo diploma, liberto da insônia, costuro veias,
E continuo martelando e descendo a marreta.
Chega de explicação!
Sim, é contramão!
Aqui tem sangue,
não é groselha não.

Um comentário: